Cacos de vidros vão me cortando todas as vezes que piso no chão para traçar o caminho que é meu. E me pego sagrando em todas as pegadas que sigo, quando sento para aliviar um pouco, encontro feridas em carne viva. Decido continuar caminhando mesmo em meio a toda essa aflição e chega o momento que ao olhar para trás não vejo mais pegadas de sangue pois a carne que existia e causava sacramento já foi deixado pelo caminho a quilômetros atrás e tudo que é possível encontrar agora são ossos que logo virará pó e mais nada.
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